Tondela, Benavente, Lisboa e Loulé reforçam a RPAC com cinco novos equipamentos
A Alfaia – Arte e Comunidade (Loulé), o Atelier-Museu Júlio Pomar (Lisboa), o Centro Cultural de Samora Correia (Benavente), o MACAM – Museu de Arte Contemporânea Armando Martins (Lisboa) e o Museu do Caramulo (Tondela) são os mais recentes equipamentos que integram a Rede Portuguesa de Arte Contemporânea.
São, de momento, 105 os espaços de fruição e criação artística dinamizados por 87 entidades no âmbito da Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC), dando continuidade à estratégia da DGARTES para a promoção e acesso à arte contemporânea no território, envolvendo entidades artísticas, municípios e agentes culturais locais, bem como as comunidades, nesta visão.
A RPAC conta, assim, com 32 equipamentos na região Norte, 23 no Centro, 5 na região do Oeste e Vale do Tejo, 25 na Grande Lisboa, 3 na Península de Setúbal, 9 no Alentejo, 4 no Algarve, 2 na Região Autónoma da Madeira e 2 na Região Autónoma dos Açores.
A adesão à Rede é feita de forma voluntária, devendo cada entidade corresponder a um conjunto de critérios que visam garantir o cumprimento de padrões de rigor e de qualidade no exercício das respetivas atividades culturais e artísticas.
Podem aderir à Rede Portuguesa de Arte Contemporânea (RPAC) entidades sem fins lucrativos, sediadas em Portugal que promovam a arte contemporânea, garantam acesso público regular, desenvolvam atividades de mediação de públicos e programação cultural própria, garantindo condições técnicas adequadas para a realização de exposições e conservação do património. É, ainda, valorizada a existência de equipas qualificadas para áreas como curadoria, mediação, comunicação e produção.